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Tours na Patagônia, onde cambiar seu dinheiro e o que comer nos passeios!

29.08.2018

Hoje vou falar sobre os passeios que fizemos na Patagônia Argentina: como escolhemos, como reservamos, onde fechamos, como pagamos e três dicas importantes sobre os tours! Os detalhes dos passeios virão em post futuros, um para cada dia.

 

Como escolhemos os passeios?

 

A região oferece muitas opções de passeios, porém com tínhamos apenas 3 dias inteiros, nos concentramos no principal, aquilo que era considerado imperdível de se fazer por lá, que no caso foi: navegação Ríos de Hielo em um dia, minitrekking no Glaciar Perito Moreno em outro e bate-volta a El Chaltén no último. A decisão por esse passeios foi baseada em pesquisas que fizemos na internet e em guias de viagem. O Google é mesmo o melhor amigo dos viajantes!

 

Como reservamos esses passeios?

 

Já definido o que iríamos fazer, faltava escolher uma agência e reservar os passeios. Ainda no Brasil nós contatamos as agências recomendadas e percebemos que os preços eram praticamente iguais! Não havia diferença entre um e outro, já que eles quase todos são operados pela mesma empresa. Como era baixa temporada, nós optamos por... não reservar do Brasil! Nosso vôo chegava em El Calafate em uma sexta-feira de manhã, um dia que definimos como o dia livre em nossa programação para fazermos reconhecimento de campo, então resolvemos fechar tudo pessoalmente. Acredito que isso só deu certo porque era baixa temporada, eu não arriscaria fazer isso na alta!

 

Chegamos em El Calafate e após nos acomodarmos na deliciosa Posada Los Alamos, fomos para o centrinho almoçar e fechar os passeios. Entramos em uma das muitas agências que fica na Av. Libertador e fomos ignoradas, então seguimos para a seguinte, a Chaltén Travel (que depois descobrimos ser uma das maiores da região, com operações e escritório em toda Patagônia), onde fomos super bem atendidas! O agente conversou conosco sobre os passeios, explicou cada um deles e ainda reservou cada tour de acordo com a meteorologia, buscando o melhor clima de acordo com a previsão para cada passeio que faríamos, achei muito bacana essa atenção a mais. Nossa programação ficou nessa ordem: Rios de Hielo, Minitrekking Glaciar Perito Moreno e El Chaltén. Quem quiser saber de preços, o site deles tem os valores atualizados.

Conseguimos descontinho para pagamento em efectivo - dinheiro em espécie em espanhol - mas eles também aceitam cartão de crédito como forma de pagamento. Saímos de lá com a programação pronta e todos os vouchers em mãos, felizes da vida para almoçar!

 

Dica 1 - Horário das agências!

 

As agências no centro fecham para almoço - cerca de 2 horas! - então fique atento a isso, veja bem o horário de chegada do seu vôo e se necessário, contate antecipadamente para saber o horário de funcionamento das agências, caso você queira fechar os passeios pessoalmente, como nós fizemos.

 

Dica 2 - Onde trocar dinheiro para pagar passeios e outros gastos?

 

Uma coisa é certa: você vai precisar de dinheiro em espécie (para comprar água, pagar pelas refeições, passeios, etc). Mas onde trocar? Em uma viagem para El Calafate como a nossa, com escala em Buenos Aires, o melhor lugar para trocar é: Aeroporto em Buenos Aires! Sim, o melhor a fazer é trocar o seu dinheiro no aeroporto entre os vôos. Não deixe para trocar em El Calafate, onde só se troca em agências bancárias, a uma cotação desfavorável e horário de atendimento super limitado.

 

O que nós fizemos: como tínhamos uma escala confortável em Buenos Aires (não há vôos diretos para a Patagônia), trocamos nossos reais por pesos no Aeroporto de Ezeiza. Lá há uma agência do Banco de La Nación bem no saguão do desembarque, aberta 365 dias por ano, 24 horas por diada fazer câmbio a uma boa cotação. Ela fica meio escondidinha, mas fica bem ao lado da saída do desembarque, só virar a direita que você vê ao fundo: se ficar em dúvida, é só perguntar. Prepare-se para uma pequena fila. No Aeroparque também tem a agência do Banco de La Nación para fazer esse câmbio, só que lá o horário de funcionamento é das 6h à meia noite.

 

Dica 3 - O que comer nos passeios?

 

Prestem muita atenção a essa dica porque ninguém me contou isso antes de irmos! Os principais passeios da região (e todos os que nós fizemos) NÃO incluem almoço e também não oferecem opção de alimentação - não tem restaurante, não tem lanchonete e nem uma boa alma vendendo marmita. O que você vai ter que fazer então? Tomar um café da manhã bem reforçado e se preparar com vários lanchinhos na mochila para não ficar com fome! No dia que chegamos em El Calafate, após definidos os passeios, passamos no supermercado La Anonima (Av. Libertador 901) e compramos: água, lanches naturais prontos, bolachas e snacks suficientes para nossos três dias de passeio.

Outra opção seria comprar umas empanadas na véspera em algum restaurante, mas não fizemos isso, optamos por resolver tudo no mercado e já nos livrarmos dessa pendência: compramos dois tipos diferentes de lanches e todo dia de manhã escolhíamos um e colocávamos na mochila. E ainda bem que levamos, porque não havia nada mesmo.

 

No passeio de barco Rios de Hielo há uma cafeteria que vende apenas café, chocolate quente, capuccino e chá, então almoçamos nosso lanche na mesinha do barco mesmo. No Minitrekking almoçamos após o passeio no refúgio do parque, uma área para picnic cheia de mesas, cadeiras e bancos, sem nada para comprar (havia somente uma térmica com café de graça para os participantes do passeio). Em El Chaltén, na hora do almoço estávamos no meio da trilha, obviamente também sem nenhuma opção de lanchonete/restaurante, então comemos nosso lanche na trilha mesmo (a trilha não tem nem lixeiras, você tem que trazer seu lixo de volta para cidade, então imaginem se tinha algo pra comer... nadica de nada).

Confesso que adoraria que esses passeios tivessem alguma opção de alimentação, que fosse uma lanchonete, afinal no frio a gente sente falta de comer uma comida quentinha e tal, mas gente... não tem nada mesmo! Olhando pelo lado bom, acabamos fazendo uma economia forçada na viagem, gastamos pouquíssimo dinheiro nesses nossos almoços e podíamos jantar bem todas as noites. 

 

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