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Mendoza | Valle do Uco | visita à Salentein, Andeluna e La Azul

08.01.2019

Retomando os posts sobre Mendoza, vim hoje contar como foi nosso segundo dia em Mendoza, quando fomos para região do Valle de Uco, uma região vinícola que fica cerca de 120 km ao sul de Mendoza. Não sem antes mostrar a manhã maravilhosa que Deus nos presenteou nesse dia, vejam abaixo!

O caminho já vale a viagem, pois vamos percorrendo a estrada que ladeia a cordilheira dos Andes, que mesmo no fim da Primavera ainda estava com o seu topo nevado.

 

A primeira vinícola que visitamos foi a Salentein, uma das maiores, mais modernas e imponentes da região. Ao chegarmos, nos identificamos na recepção desse prédio abaixo que também contava com uma loja de vinhos e do restaurante da bodega. Foi lá que o tour começou.

Saímos pelos fundo desse prédio e caminhamos até a bodega por um caminho de parreiras com roseiras vermelhas em suas laterais, lindo demais!

A estrutura é realmente de impressionar, percorremos toda a bodega, com seus tanques enormes, e ficamos encantados com a sala chamada La Cava, que tem um formato circular, com uma rosa dos ventos ao centro e um piano de cauda. A guia nos contou que frequentemente eles realizam pequenos concertos nessas sala, que foi construída com uma acústica especial justamente para isso!

A visita termina com a degustação de três rótulos em uma sala intimista e com uma iluminação bastante impactante, parece que estamos diante do altar do vinho.

Em seguida, nós fomos para a Andeluna, a bodega que mais gostamos de conhecer nesse dia! Nós percebemos que as experiências são muito únicas, apesar de todas as visitas terem algum padrão. Algumas vinícolas que recebemos muitas indicações não gostamos tanto, e algumas que fomos meio no escuro, sem recomendação, amamos! A Andeluna foi uma delas, acabou incluída no roteiro pelo guia e amamos!

Toda a estrutura e a sala onde eles recebem os visitantes é muito aconchegante. Parece que você está sendo recebido na sala da fazenda de um amigo seu que produz vinhos, com os vinhedos bem a sua frente, sofás na varanda, etc.

Tomamos lugar no balcão onde seria a degustação, junto com outros grupos de brasileiros (brasileirada bombando em Mendoza, estão em toda parte!). Quem conduziu a degustação foi a Andrea, e todos ficamos encantados com sua simpatia e com a paixão com que ela falava e explicava cada vinho que degustávamos - um melhor que o outro, diga-se de passagem! Me arrependi de não ter comprado mais, nessa altura da viagem eu ainda achava que encontraria qualquer rótulo que quisesse nas lojas do centro da cidade - ledo engano!

Andrea maravilhosa, fez toda diferença em nossa degustação!

 Depois da degustação maravilhosa, aproveitamos para tirar algumas fotos por lá, a paisagem é realmente deslumbrante!

 

Na sequência, fomos para a La Azul, onde tínhamos nosso almoço harmonizado! Expectativa lá em cima - era a mais recomendada por vários amigos e blogs. O ambiente é único, e muito diferente das suas bodegas vizinhas, onde a estrutura impressiona pelo tamanho. Na La Azul, é justamente o contrário - o ambiente é pequeno, rústico e bastante simples, eles nos contaram que são a única bodega da região com capital 100% argentino, enquanto todas as demais contam com capital estrangeiro. E bem aí onde está o charme: você é recebido pelo proprietário e pela sua equipe em uma varanda com vista para a cordilheira, e após o almoço pode deitar nos sofás improvisados à sombra das árvores! Foi um almoço gostoso, mas não amamos, por incrível que pareça! No geral, os pratos estavam bem medianos e o que mais decepcionou foram os vinhos, de bem pouca qualidade, na opinião geral do grupo. Vou comentar mais nas fotos abaixo.

O ambiente é assim, bem rústico-chic 

Logo no começo eles trazem um pãozinho de entrada que é feito lá mesmo, em forno à lenha. Bem gostoso, porém o azeite que trouxeram para comermos junto parecia um óleo de cozinha. Logo em Mendoza, que é famosa pelos azeites, uma pena! :-(

 Os vinhos ficaram bem aquém da expectativa!  

O menu é composto por três entradas sem opção de escolha, um prato principal e uma sobremesa - esses sim cada um escolhe dentre 3 ou 4 opções. A primeira entrada (foto acima) era um tipo de salada de frango desfiado - estava OK, assim como a empanada e o choripán (foto abaixo). Havia uma mesa ao nosso lado tirando sarro da apresentação dessa pseudo-salada de frango, disseram que parecia que abriram uma lata de atum e viraram de cabeça para baixo no prato. De fato, parecia mesmo. Na verdade não entendi uma porção gigante de frango desfiado servido como entrada, mas ok.

Essa é a foto do meu prato principal, uma fraldinha bem gostosa. Da mesa, só eu acertei na pedida. O nosso amigo que pediu o bife ancho teve o ponto errado duas vezes: primeiro veio totalmente passado, e quando ele pediu para trocar, veio crú. Murillo e minha amiga pediram um porco que fizeram a maior propaganda e não estava nada legal... 

Sobremesa: creme brulée de doce de leite - tinha tudo para estar maravilhoso, só que não estava, não tinha gosto de nada. hahaha

 

Terminado o almoço meio frustrado - não sei a expectativa estava muito alta ou se realmente a qualidade do almoço caiu por conta da bodega ter ficado tão popular e concorrida recentemente (acredito mais nessa segunda hipótese) - fomos tirar um cochilo debaixo das árvores da propriedade.

Voltamos para Mendoza e fomos até o shopping da cidade dar uma voltinha para encerrar o dia!

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